Enquanto cria a cria, deixa a menina. Esconde o amor. Com dor? Pergunta sozinha de frente ao espelho: - Quem sou?
Caixa fechada pregada no chão. Tapete vermelho para a ilusão, um vão.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sem título
O mesmo caminho todos os dias: o teto, logo cedo; a parede, quando não queria levantar; o chão, para calçar os sapatos; e o espelho. Daí, as quatro paredes do escritório, e o dia acontecia através da janela. Sol, chuva, pessoas, carros, vidas. O coração batia dentro da cabeça, e a noite, às vezes, a garganta dava um nó.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Perto do porto
Inteiro, pela metade Água fervida
Aquele jeito de caminhar equilibrando lágrimas. aberto, apêrto; apérto.
- Aceita qualquer resposta?
Há chão, Falta som. tempotodojunto (aCORDA BAMBA)
Formatação.
Limpa o céu. Gira o sol.
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Sobre a importância de viver O
O pré vazio vem com gosto dum copo d’água. É capaz de suportar o gole?
– “Golpe de sorte”. (algumas vezes)
Se há ponte em vida; vidas! Evite contratos. Trapos.
Se revolta Entorta.
Então,
Beba com cuidado O corpo vazio De outro sentido. Dê!
Todos vêm e vão. Mesmo os que ficam, vão-se sempre. E parece que foi ontem que recebi sua primeira carta. E assim, Liana se tornou parte da minha paisagem e da paisagem de tantos. E é mentira que este é um lugar de anônimos: Brasília está povoada de histórias e personagens, e Liana virou uma personagem que é ela mesma, e somente ela com seus contos e dons e causos.
Haverá um tempo assim: "depois de liana f.", aquela que plantava sementes de feijão em potes de danoninho e decidiu se tornar pintora, escritora, jornalista, mulher, mãe, educadora, revolucionária; e diminuir a maionese para uma vida pós moderna saudável.
É que um dia ela cansou da maionese e decidiu ler jornais. E hoje, eis o dela.
(por Pree)