quinta-feira, 4 de agosto de 2011

a Casa pegou fogo!

Imagine que a sua Casa, de uma hora pra outra, em algum momento do dia em que, por acaso, você está ali, numa boa, curtindo o aconchego do lar: De repente! - BOOM!!!
Você ouve uma explosão e o fogo começa a tomar conta do imóvel. Ai você e sai correndo pela casa, em busca dos objetos que gostaria de salvar.

Essa é a proposta de um BLOG bem legal, indicado pela minha amiga Adriana Leite (artista plástica e publicitária): The Burning House. Os caras postam fotos enviadas pelos próprios leitores, acompanhadas de um breve perfil de cada um. Tem gente de todas as idades, estilos, e universos diferentes.
- Bem legal mesmo!

Se pegasse fogo por aqui, hoje eu levaria: postais, caneta, carteira (tareja), guia-T, e mais um caderninho de anotações. E iria para um Parque, una plaza, sentar debaixo de uma árvore, e escrever, escrever, escrever... afinal de contas, nunca vi inverno aqui em Buenos Aires com tanto Sol.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Placa para homenagear CaioF em Porto Alegre


a AACF ficou meio parada no primeiro semestre, pois, a venda da Casa do Caio Fernando Abreu nos pegou de surpresa, e não sabíamos exatamente como dar continuidade ao projeto.

Em Porto Alegre a família que comprou a Casa se disponibilizou, junto com a Prefeitura, a colocar uma placa na entrada do imóvel para homenagear o escritor.

A blogueira gaúcha Andreia Beregaray, que deu inicio a campanha Salve a Casa do Caio em 2010, esta organizando uma votação no seu blog para escolher qual é a frase mais adequeada. acessem: http://andreatpm.blogspot.com/ e busquem no canto direito da página o campo para votação.

Participem e divulguem.

domingo, 31 de julho de 2011

a invisibilidade social do homosexual

Não tem nada a ver com levantar bandeira, pintar o rosto, ou sair com os peitos de fora pela rua. É falar, simplesmente, da liberdade que cada um tem de Viver como é, como quer Ser.

- Eu e minha amiga não pedimos cama de casal no quarto do hotel. É que eu não sou (só) amiga dela, a gente namora, mora junto, somos casal, entende?

E como faz pra explicar isso o tempo todo: se não pode beijar na boca, nem nada.?
- Ah! Já sei. Andando de mãos dadas! ou, sei lá,.

Ser.

A internet com suas milhares de janelas multisaltitantes, vem transformando a comunicação-pessoal (convivencia-virtual) num emaranhado de informações repetidas (e muitas vezes desnecessarias). Assuntos do tipo: Acabei de acordar, e vou escovar os dentes. Ficam rodando nas mídia sociais esperando alguém que se identifique com o tema apareça para Curtir ou Comentar. Afinal de contas, quem somos nós sem as centenas de amigos que nos acompanham no dia a dia online?

Nesse ciclo vicioso, (divertido) e alienante, multiplicamos nosso perfil e nos proliferamos para prencher todos os post necessários a uma boa e (ré)produtiva convivência virtual. Assim, passamos seguidas horas do nosso dia navegando sem rumo via web, lendo-relendo-cutucando-e-atualizando caracteres e imagens para prencher um espaço que?...

... nos mantem contectados com amigos antigos e familiares distantes, que nos mostra uma serie de videos bizarros e ideias interessantes. Nos integra num monte de novidades, softwares, aplicativos e comunidades.

Mas será que a gente precisa realmente SER tudo isso?

- Eu acho que não.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Laura Castro transforma blog literário em livro-objeto

DivulgAÇÃO

Com intuito de deslocar a obra literária de seu lugar tradicional e propor novas práticas de leitura através de uma narrativa marcada pelo trânsito e fragmentação, a escritora baiana Laura Castro lança seu primeiro livro, Cabidela: bloco-de-máscaras. A publicação foi contemplada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), através do edital de criação literária, e será lançada no dia 18 de junho, às 20 horas, no Sebo Praia dos Livros (Porto da Barra). Produzido por Ricardo Dantas, o lançamento é aberto ao público e contará também com ação performativa em parceria com a artista de dança Candice Didonet.

A obra é composta de textos publicados no blog cabidela.blogspot.com, projeto que, desde 2008, organiza e expõe os escritos literários da autora, até então produzidos aleatoriamente nos blocos de notas e em cadernos. Nas postagens, escritas sem continuidade aparente, um enredo se sobressai: o trânsito. Um transitar que se expressa na tensão entre vozes narrativas de primeira e terceira pessoa; num movimento constante de ida e volta de um foco narrativo para o outro; na narrativa oscilante de uma prosa-poética; numa personagem que se muda para outra cidade e na voz de uma escritora anônima perseguindo uma personagem, Luíza Breu.

Buscando um diálogo entre a virtualidade da tela e a materialidade das folhas de papel, Laura Castro reordenou o conteúdo do blog e desenvolveu, em parceria com a designer Cacá Fonseca, um livro-objeto formado por quatro elementos: um romance (“Breu”), um bloco de notas (“Borratório”), um baralho e duas máscaras. Sem a linearidade tradicional dos romances, “Breu” apresenta uma narrativa dupla. Com dois começos e um final que deságua no outro, a leitura pode ser iniciada por qualquer um dos lados do livro. No “Borratório”, o bloco de notas, Laura Castro revela pistas de seu processo criativo, um laboratório de experimentação em que se esboça e borra a si mesma ao se autoficcionalizar.
Se no romance a personagem resiste em saber o que o tarô tem a lhe dizer, o leitor de Cabidela é convidado a complementar os sentidos da narrativa através de um baralho de cinco cartas, embaralhados ao acaso no interior do livro: A decisão, O retorno, O velho marinheiro, O moço das cartas e O círculo. As máscaras funcionam como artifícios de leitura, com os quais é possível fragmentar o texto impresso e criar novas narrativas.

“O livro-objeto convida o leitor a se arriscar, a abandonar a relação aurática que geralmente tem com o livro para profaná-lo livremente. O que quer dizer que Cabidela prevê um leitor ativo, disposto às reviravoltas da narrativa, que intervém nesse objeto literário”, explica a autora. A partir do incentivo concedido pela Funarte, ela imprimiu uma pequena tiragem do livro e busca agora uma parceria com editoras interessadas em publicar a obra, para fazer com que o seu “bloco-de-máscaras” ganhe outros circuitos.

A autora - Laura Castro é uma escritora de bloquinhos. Baiana de Salvador, ela viveu grande parte da vida em Brasília, onde se graduou em Letras e concluiu o mestrado em Literatura pela Universidade de Brasília. Durante três anos, foi membro do grupo de teatro Entrecenas e participou de espetáculos criados a partir de textos da literatura brasileira contemporânea. De volta à Bahia há dois anos, atualmente, leciona no Instituto de Letras da UFBA e é doutoranda do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da universidade, onde pesquisa a escrita performática na narrativa contemporânea.

Serviço
O que: Lançamento do livro-objeto “Cabidela: bloco-de-máscaras”, de Laura Castro
Onde: Sebo Praia dos Livros (Porto da Barra, ao lado do Instituto Mauá)
Quando: 18 de junho, às 20 horas
Quanto: O livro será vendido por R$ 30
Contato: Tess Chamusca (tesschamusca@gmail.com, 71 8801-6162)

sábado, 28 de maio de 2011

(Para minha mãe)

para ler e Te acalmar

E a gente pensando que a vida toda era aquele começo/meioEfim.

- Acaba que o mundo dá tantas voltas,
que quando paro pra ver o que mudou em mim

Aqui; assim.
Estou! (Estamos)

Dentro
há ar, pra respirar
transformar
e receber o que a vida tem pra dar.